segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Na saída, como quem não quer nada

Na saída, como quem não quer nada


Você estava ali, encostada
Conversa para passar o tempo
Esperando não se sabe o que
Talvez esperando despertar
Em mim e você um querer
Te beijar, se revelando num doce prazer
Te tocar, despertando um outro querer
Querer te consumir em meus braços
Vivenciar o grande gozo de prazer
O calor de teu corpo no meu
O prazer de ser ébrio por você!
                     
Yuri Stevenson)